vasto edênico: Mostra Digital Ars Sexualis 2023

 

Listagem de Artistes Selecionades

(nomes em ordem randômica):

 

  • Lael Peters
  • Dinamita
  • Ana Bia Novais
  • Danilo Baraúna
  • Chloé Brune
  • Levi Banida Mota Muniz
  • Taliboy
  • Gi Pagotto
  • Tauane
  • dfreitas
  • beatriz Barreto Pinto
  • David Ceccon
  • Rodrigo Pinheiro
  • Gabriel Fampa
  • Giovanni Bosica
  • Danilo Howat
  • Milena Teixeira
  • Alexandre Medeiros

 

IMPORTANTE 01: informamos que a curadora entrará em contato, por e-mail, nos próximos 15 dias úteis, com es artistes selecionades para uma conversa sobre a proposta e também sobre o título escolhido.

 

IMPORTANTE 02: es artistes selecionades têm até dia 03 de julho de 2023, segunda-feira, até às 16h, caso não desejem mais participar da exposição ou não mais concordem com a utilização do trabalho.

Convocatória

 

Abertura: 10 de maio de 2023
Período da exposição: 21 de agosto a 21 de setembro de 2023
Lançamento edital: 10 de maio de 2023
Prazo de submissão (PRORROGADO): 10 de maio a 05 de junho de 2023
Avaliação curatorial: 06 a 28 de junho de 2023
Resultado des selecionades: 30 de junho de 2023

 

A Mostra Digital Ars Sexualis 2023 é parte do Ars Sexualis - Seminário Internacional de Artes Visuais / Decomposições artísticas (eco)interseccionais: outras práticas corporais e sexuais - Edição 2023 e terá a sua terceira edição no período de 21 de agosto a 21 de setembro de 2023 com curadoria de Phoebe Coiote. A mostra acontecerá de forma online, pela plataforma ArtSteps, recebendo obras de todas as regiões do Brasil e também internacionais, como aconteceu na mostra de 2021 e 2022.

A mostra digital de 2023 tem como proposta curatorial perscrutar e fazer saltar aos sentidos as imagens (visuais, sonoras e sensoriais), ao mobilizar trânsitos entre imagem, identidade, sexualidade, ecologia e escrita.

 

Enquanto plataforma dissonante no circuito acadêmico e das artes, o Ars Sexualis abre os braços para acolher propostas atravessadas por conceitos como: recusa, contrassexualidade, pós-pornografia, nudez, tabu, gênero, raça e etnia, de forma a lançar um holofote muito necessário ao debate do corpo na arte contemporânea e ao direito de ser imagem e de se fazer corpo. Desta maneira a curadoria da mostra busca não somente selecionar trabalhos e dispô-los no espaço virtual, mas pensar, de maneira interseccional e contextual, as distâncias e os encontros das pessoas que irão compor a mostra com seus trabalhos, seus percursos pessoais e o lugar político de seus corpos.

 

Buscamos também tensionar e romper, no que for possível, com os alicerces duros e com as violências colonizantes da historiografia e curadoria de arte como as conhecemos, utilizando de uma outra fundação, mais mole e porosa, para historicizar, registrar e dar a ver os testemunhos vividos ou obras artísticas das pessoas que integrarão a mostra, bem como de nossa equipe, nos permitindo a todo instante recalcular rotas e traçar linhas de fuga para longe de posições instauradoras de verdade, negando o lugar de curadoria enquanto um dispositivo regulador de práticas e corpos do circuito da arte e cultura, e fora do mesmo.

Algumas palavras-chave se destacam ao pensarmos este processo:

 

floresta, saber, jardim, gesto, vegetação, escrever, ruído, rizoma, ambiente, ecossistema, corpo-planta, selvageria, sexualidade, não-conformidade, estrutura, 

 

E poderiam ter tantas outras mais, mas deixemos isso por conta de vocês…